O fornecedor de IA jurídica não tem o mesmo interesse que você em revisar o que ela decide
O padrão que se repete entre um plugin de loja e uma ferramenta jurídica
Em abril um cliente me mandou, lado a lado com a minha proposta, a de um concorrente. Queria saber se eu conhecia os plugins que esse outro profissional recomendava no lugar dos meus. Segundo ele, eram "100% confiáveis e gratuitos", porque o criador ganhava por fora, pela venda que o plugin empurrava.
Respondi que sim, conhecia o modelo, e expliquei por que tanta gente cria peça de loja sem a mínima segurança assim: o fornecedor lucra com o volume que o plugin gera, não com a qualidade dele. Ninguém tinha mentido sobre o preço. A mentira estava em "100% confiável".
Troque plugin por ferramenta de IA jurídica, e checkout por peça com o nome do advogado embaixo, e o padrão é o mesmo. Em outubro de 2026 a Ordem dos Advogados do Brasil publicou uma resolução tratando exatamente desse tipo
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