No artigo anterior, trouxe um ponto que pouca gente discute: um log ruim pode ser tão perigoso quanto um bug em produção.
Agora vem a pergunta natural:
Se log é tão crítico assim, o que exatamente deveria ser analisado?
Na prática, quando algo falha, o primeiro movimento do time é olhar para o log. É ali que todos esperam encontrar respostas.
O problema é que, na maioria das vezes, o log não cumpre esse papel.
Logs verbosos, com stacktraces extensos gerados pelo framework, mensagens genéricas e pouco contexto útil. Informação existe, mas não é acionável.
O resultado é previsível: tempo perdido filtrando ruído, dificuldade para chegar no ponto exato da falha e, muitas vezes, necessidade de reproduzir o problema para entender o que aconteceu.
Isso não é problema de ferramenta. É problema de qualidade.
Na visão de QA, log não é saída técnica. Log é evidência operacional.
E evidência precisa ser confiável.
Log não é para o Dev. É
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